Cirurgia Videolaparoscópica - Franco e Rizzi
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A Clínica Franco e Rizzi

Cirurgia Videolaparoscópica

Cirurgia Videolaparoscópica

Cirurgia Videolaparoscópica

Laparoscopia significa olhar (scopia) o abdômen (laparo). E para que o pequeno equipamento, que nos leva a olhar para o foco da cirurgia, basta um pequeno orifício na parede abdominal. (um tubo de 50 cm tão fino quanto uma caneta comum).

Um simples “olhar” orienta o raciocínio e pode alterar completamente o rumo do tratamento.
Por isso a Videolaparoscopia oferece um diagnóstico preciso e seguro.

O abdômen é tido como uma “caixinha de surpresas” devido à grande variedade de doenças que se manifestam através dos mesmos poucos sintomas. Às vezes o atraso em fazer o diagnóstico específico pode implicar em complicações graves, como a peritonite. Por esses motivos a laparoscopia se fez muito necessária.

A primeira laparoscopia foi realizada na Europa, em 1905, utilizando-se um jogo de lupas, espelhos e luz de vela, através de um orifício de 1 cm no abdômen.

Nesses últimos 100 anos a laparoscopia desenvolveu-se muito. Hoje, é instalado um túnel de 5 mm de raio (geralmente na cicatriz umbilical) e através dele introduzido uma ótica que, ao mesmo tempo ilumina o abdômen e filma o que assistimos ao vivo em um monitor de alta definição. Assim podemos assistir (e gravar em DVD) toda a região abdominal como o fígado, estômago, baço, vesícula biliar, intestinos, apêndice, útero, ovários, hérnias, etc. Com a inovação dessa videocâmara filmadora, entramos, em 1980, na “Era da Videolaparoscopia”.

Técnicas de Cirurgia Videolaparoscópica

Técnicas de Cirurgia Videolaparoscópica

O passo seguinte foi o desenvolvimento de técnicas que permitissem realizar cirurgias por Videolaparoscopia (e não apenas olhar o abdômen). Assim, através de pequenos túneis auxiliares, podemos introduzir instrumentos longos e finos que permitem segurar, cortar, cauterizar, costurar, retirar estruturas, etc.
As primeiras cirurgias videolaparoscópicas foram realizadas na área da ginecologia, em 1980.

A primeira cirurgia videolaparoscópica do aparelho digestivo foi uma cirurgia de vesícula biliar, realizada na França, em 1987. Desde então, a modalidade vem se desenvolvendo rapidamente, sendo que nos dias atuais, sem dúvida, transformando-se na primeira opção em termos de cirurgia do aparelho digestivo.

O Dr. Roberto Rizzi criou o Serviço de Videolaparoscopia do Hospital Estadual Regional Sul, em 1991, onde iniciou sua experiência em videolaparoscopia diagnóstica eletiva e de urgência, diagnosticando hemorragias internas, infecções abdominais, estadiamento oncológico, etc.

A sua primeira Videolaparoscopia Cirúrgica foi uma Colecistectomia Videolaparoscópica (cirurgia da vesícula biliar) em 12/09/1992. Nesse hospital público foram realizadas inúmeras Videolaparoscopias, tanto eletivas (cirurgias de vesícula biliar, hérnias de hiato e hérnias inguinais) quanto de urgências (principalmente apendicites e cirurgias ginecológicas).
Foi um dos primeiros hospitais públicos do Brasil a contar com a Videolaparoscopia no PS (Pronto Socorro) em regime de 24 horas por dia.

Assim, o Dr. Roberto Rizzi foi um dos pioneiros da Cirurgia Videolaparoscópica Brasileira.
Em 1993, o Dr. Roberto Rizzi e o Dr. Wanderley Barbosa Franco criaram a Franco e Rizzi, Clínica especializada em Videolaparoscopia do Aparelho Digestivo.

 

 

Perguntas e Respostas

 

Como é o pré-operatório da Cirurgia Videolaparoscópica?
– Solicitamos alguns exames e avaliação clínica cardiológica de rotina;
– O paciente é internado no hospital 1 hora antes da cirurgia;
– Não é necessário tricotomia (raspagem dos pêlos).

 

Como é o intraoperatório da Videolaparoscopia?
Como a cirurgia requer aparelhagem de filmagem complexa, o procedimento cirúrgico, propriamente dito, só tem início 60 minutos após a chegada do paciente na sala de cirurgia. Trata-se do tempo de ajuste de imagens e posicionamento dos instrumentos.
A anestesia é sempre geral. Com o paciente já anestesiado, é passada a sonda nasogástrica para “murchar” o estômago. Faz-se uma incisão de 8 mm dentro do umbigo e, através de uma agulha especial (Veres), é injetado gás carbônico na cavidade abdominal. Esse gás levanta a parede abdominal como se fosse uma tenda. Então é introduzido o primeiro túnel, pelo qual é passada a ótica. A ótica é uma fibra de 40 cm de comprimento, com o diâmetro de um lápis. A fibra leva a luz para dentro do abdômen e, ao mesmo tempo, filma as imagens que são transmitidas para um monitor posicionado de frente para o cirurgião. Assim que a ótica entra no abdômen, é feita uma cuidadosa inspeção de todas as vísceras abdominais; neste momento ocorre, algumas vezes, de se encontrar outras patologias desconhecidas até então. Terminada esta inspeção, o cirurgião passa a ótica para o assistente (que é outro cirurgião videolaparoscopista).

Intraoperatório da Videolaparoscopia

Intraoperatório da Videolaparoscopia

A partir desse momento o assistente assume a função de cameraman, proporcionando as imagens transmitidas ao monitor, e dispõe para isso de recursos de brilho, foco, zoom,etc. O cirurgião introduz os novos túneis que têm raio entre 2 e 5 mm, e que permitem a passagem e a troca dos instrumentos cirúrgicos, necessários ao procedimento. Estes instrumentos são varetas de 30 cm de comprimento, da espessura de um lápis fino e que permitem segurar, tracionar, cortar, cauterizar, costurar, dar nós, retirar vesículas biliares ou apêndices por sucção e tracção, colocar as telas para correção das hérnias, etc.
Terminada a tarefa cirúrgica, os instrumentos cirúrgicos, os túneis e a ótica são retirados e o gás carbônico vaza para fora do abdômen. Faz-se uma sutura sub-dérmica de pele com ponto falso de Micropore. Antes de o paciente acordar as sondas são retiradas.
Como é o pós-operatório imediato da Cirurgia Videolaparoscópica?

O paciente acorda na Sala de Cirurgia e é encaminhado para a Sala de Recuperação Pós-Anestésica, onde permanece com outros pacientes por uma ou duas horas, sob a observação dos anestesistas e enfermeiras, auxiliados por monitores especiais de pressão arterial, frequência cardíaca e oximetria (aparelho que mede a quantidade de oxigênio no sangue). Após esse período o paciente é levado para seu quarto. Quando bem acordado o paciente pode tentar se levantar e andar, porém sempre auxiliado por acompanhante até que se sinta seguro. O paciente só pode tomar pouca quantidade de líquidos e caldos nas primeiras doze horas, para evitar náuseas. Exceto nas cirurgias Bariátricas e de Hérnia de Hiato quando o paciente permanece em jejum até o dia seguinte.

A medicação, frequentemente, utilizada no hospital é composta por:

– Omeprazol, que protege o estômago evitando gastrite;
– Cefalosporina (antibiótico profilático por 24 horas);
– Dipirona (analgésico);
– Ondansetrona (anti-nauseante);
-Anti-inflamatórios (se necessário).

O paciente tem alta com 4 a 6 pequenos curativos de 1×1 cm. Trata-se de pontos falsos que podem ser molhados, mas não retirados (eles caem sozinhos em 10 dias, aproximadamente). A alta é dada para todos os pacientes, rotineiramente, às 9:00 h. da manhã do dia seguinte à cirurgia (não importando o horário da mesma) , exceto nas cirurgias de Obesidade Mórbida quando o paciente permanece por 2 dias no hospital. Nas Colectomias o tempo de internação é variável conforme a patologia em questão.

 

pós-operatório domiciliar

pós-operatório domiciliar

Como é o pós-operatório domiciliar?
A dieta deve ser leve por 3 dias (período que pode ser nauseante).
Na Obesidade Mórbida existe uma rotina descrita em capitulo próprio.

O paciente deve caminhar muito desde o primeiro dia – quanto mais caminhar, melhor.
Nas cirurgias, quando usamos o umbigo ( Colecistectomias- Hérnias Inguinais-Apendicectomias- Colectomias- etc) deve-se evitar esforços físicos com a musculatura abdominal (abdominais, esportes) e carregar pesos por 30 dias. Essas medidas visam evitar hérnias umbilicais futuras.
Nas cirurgias de Hérnias de hiato (Cirurgia do Refluxo Gastroesofageano), deve-se evitar esforços com a musculatura abdominal por 90 dias para garantir boa cicatrização da sutura diafragmática e evitar nova hérnia de hiato futura.
Na cirurgia bariátrica não existe necessidade de repouso físico e, aliás, é necessário muita atividade física aeróbica, tanto antes da internação, quanto durante e depois da alta hospitalar em casa. Quanto mais atividade física , melhor.
Medicação para casa

Omeprazol (1 comprimido cedo por 14 dias) exceto nas Bariátricas;
Luftal (40 gotas a cada 8 horas por 10 dias);
Em caso de dor abdominal = Fazer bolsa de água quente e tomar analgésicos;
Os curativos não devem ser retirados e podem ser molhados durante o banho;
Não há pontos de pele para retirar.

Manchas roxas podem surgir ao redor dos curativos.
Estas manchas desaparecem em cerca de 7 dias.

Quanto às atividades físicas habituais, o paciente geralmente sente-se perfeitamente capaz para exercê-las em 3 dias (dirigir, trabalhar, etc).

 

Como é o pós-operatório domiciliar da Hérnia de Hiato?

Hérnia de Hiato

Hérnia de Hiato

As normas gerais expostas no item 6.2 continuam valendo. No primeiro mês, o paciente deve se alimentar várias vezes por dia de pequenas porções líquidas ou pastosas, em prato pequeno, utilizando uma colher de sobremesa e fazendo uma pausa de 1 minuto entre as colheradas. Assim, o primeiro mês é o “mês da colher”. No segundo mês, o paciente pode se alimentar de sólidos, desde que muito bem cortados, em pedaços bastante pequenos. Continua utilizando um prato de sobremesa e aguardando 1 minuto entre uma garfada e outra. Assim, o segundo mês é o “mês da faca”. Por 3 meses, o paciente não deve praticar esportes que forcem a musculatura abdominal.

 

A cirurgia Videolaparoscópica (VLS) é mais cara que a cirurgia convencional?

Somando os custos diretos e indiretos, a cirurgia VLS tem uma relação custo-benefício mais vantajosa do que a convencional. Embora tenha um custo intra-operatório um pouco mais elevado, a internação hospitalar é certamente mais curta e o retorno às atividades profissionais mais precocemente.

 

Quais as opções de anestesia para a Videolaparoscopia?
A anestesia para a Videolaparoscopia do Aparelho Digestivo é a anestesia geral.

 

Os convênios cobrem a cirurgia por videolaparoscopia?
Sim, atualmente a maioria dos Convênios Médicos dão cobertura total aos procedimentos de videolaparoscopia. Eventualmente, não autorizam o uso de algum material descartável, mas isto é sempre verificado antes da internação do paciente.

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