A Origem - Franco e Rizzi
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A Origem

A origem do homem

A origem do homem

No passado longínquo a comida era rara e o homem pré-histórico gastava muita energia para consegui-la. Havia uma grande atividade física constante, ou no sentido do homem fugir de algum animal maior que o quisesse como refeição ou correr atrás de algum animal menor para comer. Eram tempos de escassez. Havia então um instinto de comer tudo que estivesse ao alcance para fazer reservas energéticas, pois não se sabia quando seria a próxima refeição.

Com o passar do tempo o homem desenvolveu a inteligência e dominou o planeta. Aprendeu a plantar, pastorear, enfim a ter comida em abundância e acima de tudo sem precisar correr atrás de alimento. Aliás, nem fugir de outros animais, pois o homem deixou de ter predador. Nesse momento, talvez no século passado, o homem conheceu a abundância e a falta de predador. Com certeza nenhuma outra espécie viva nesse planeta conquistou esse duplo privilégio.

Aparentemente trata-se de um progresso da espécie, mas na verdade foi o início de uma nova era. A “Era do sedentarismo e da comilança desregrada”. Em outras palavras submetemos o nosso corpo a um estilo de vida para o qual ele não foi feito. Estamos nos desviando das orientações do nosso “Manual de Manutenção” e pior, muito rapidamente, sem dar tempo a Mãe Natureza de fazer os ajustes lentos e graduais que a evolução das espécies requer.

Ao descobrir o fogo o homem aprendeu que esquentando a comida ela fica mais saborosa e de mais fácil digestão. Assim, nesse momento começamos a retirar as fibras dos alimentos. Chamamos isso de “digestão externa”. Aprendemos também a refinar industrialmente o trigo e o açúcar deixando-os sem fibras também. Dessa forma a comida passou a não ter fibras.

Balança

Balança

As moradias atuais são pequenas devido a intensa migração urbana dos últimos séculos e, por isso, as cozinhas não comportam grandes quantidades de frutas e verduras para fornecer 2.000 calorias por pessoa por dia às custas de frutas , verduras ou legumes. Foi necessário encontrar uma alternativa mais prática para alimentar as pessoas. Surgiram as comidas de baixo volume, hipercalóricas e não perecíveis (tradução: amido e açúcar sem fibras) como pão, bolacha, chocolate, etc.

Esse tipo de comida não causa saciedade, porque não distende o estômago e por isso esse tipo de comida induz a “comer sem parar”.

Esse tipo de comida moderna é de facílima digestão, e por isso, quase toda realizada no duodeno. Dessa forma, quase toda a comida será absorvida para o sangue no duodeno e no início do jejuno. Assim, não haverá resíduo alimentar, chegando ao íleo terminal e com isso não haverá estímulo para produção de hormônios como GLP1, PYY e Oxintomodulina.

Esses hormônios são responsáveis pelo “grito intestinal” que avisa o cérebro para parar de comer. Em outras palavras, a comida moderna é tão facilmente absorvida que a grande parte do intestino não vê comida. É uma pena porque dessa forma o intestino acha que a pessoa não comeu e não manda o cérebro parar de comer, e dessa forma a pessoa continua comendo sem parar, ou seja de forma insaciável.

Progresso da obesidade

Progresso da obesidade

Assim, então entendemos porque o progresso intelectual humano induz a obesidade, pois come-se muito e gasta-se pouca energia, ou seja, assim como uma conta bancária onde estoca-se muita energia e gasta-se pouca energia, o resultado será uma conta bancária bem gorda. Listo a seguir os 6 mandamentos da Obesidade Moderna.

    1. Sedentarismo, por sermos o topo da cadeia alimentar (não temos predador) e logo não precisamos fugir de ninguém.

    2. Sedentarismo, por termos abundância de alimentos. (Todas as outras espécies vivas vivem na escassez de alimentos, e por isso, precisam correr muito atrás de comida)

    3. Sedentarismo, por ficamos trancados em casa com medo da violência urbana.

    4. Sedentarismo, porque a tecnologia permite resolvermos tudo em casa pela Internet, pelos Deliverys , etc.

    5. Comemos comidas hipercalóricas de baixo volume que não causam saciedade, pois não distendem o estômago, e assim, o homem come e continua “bem disposto” a continuar a comer por tempo indeterminado.

    6. Comemos comidas hipercalóricas de facílima absorção no duodeno e jejuno altos logo o “intestino passa fome“, e por isso, não existe o grito do intestino avisando o cérebro para parar de comer. E assim o individuo continua com fome mesmo depois de comer muito.

Em resumo, o Mundo Moderno induz a obesidade. O homem do futuro será um grande obeso. A mesma tecnologia que é capaz de esticar a sobrevida graças a transplantes e vacinas será a grande culpada pela diminuição da sobrevida graças as complicações decorrentes da obesidade extrema.

É necessário, que tenhamos consciência desse fenômeno e que lutemos contra essa correnteza, mudando nossos hábitos alimentares e físicos imediatamente.

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